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Pelos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE), 7,3% das mães têm entre 35 e 39 anos e 2% possuem
entre 40 e 44 anos. Pode parecer pouco, mas confirma uma tendência
que é sentida principalmente nas grandes cidades, quando
as mulheres colocam a carreira e outras realizações
à frente do sonho de ser mãe. Para ter uma idéia
da mudança, até os anos 60, a mulher que dava à
luz pela primeira vez após os 25 anos era classificada de
primigesta idosa. E, por mais que isso faça parte do mundo
moderno e as mulheres procurem informação, fica sempre
aquela pulguinha atrás da orelha: o que a gravidez aos 35
tem de diferente? Esclareça as principais dúvidas
para você encarar essa gravidez bem tranqüila.
Diminuem
as chances de engravidar aos 35 anos?
Sim. Uma mulher na faixa de 20 a 29 anos tem 22% de chance de engravidar
a cada relação sexual com um parceiro sadio. Entre
35 e 40 anos, cai para 12%. E, acima de 40 anos, é de 8%.
Além disso, a mulher com 35 anos já não ovula
todos os meses.
Qual a diferença de uma gravidez aos 35 e aos 40
anos?
Nenhuma. A partir dos 35 anos, as mulheres começam a sofrer
uma espécie de contagem regressiva. Aumentam as chances de
ocorrer doenças como diabete e hipertensão. Com as
alterações hormonais ou desequilíbrios metabólicos,
elas podem ser desencadeadas caso a mulher possua predisposição
genética ou histórico familiar. O excesso de peso
também favorece a manifestação das enfermidades,
principalmente se associado a uma vida sem cuidados básicos
com a saúde.
O ideal seria, então, a mulher efetuar exames gerais
antes?
Sim. Se ela fizer um check-up rigoroso, poderá identificar
doenças como essas e também atualizar vacinas, como
contra rubéola e hepatite. Pode também corrigir uma
eventual anemia que certamente vai piorar com a gestação.
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