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É
caracterizada pela hipertensão (alta pressão arterial)
e proteinúria (presença de proteína na urina).
Acomete mulheres na segunda metade da gravidez (após a 20ª
semana de gestação).
A causa
da pré-eclampsia ocorrer durante a gravidez é desconhecido.
Sabe-se, no entanto, que a existência da placenta é
obrigatória e que não precisa existir o feto. Alguns
tumores placentários provocam pré-eclampsia sem que
haja feto. A doença desaparece assim que a placenta sai do
organismo da mulher.
A forma
mais amena da doença é chamada de pré-eclampsia
leve e a mulher pode até não notar sintomas. Por vezes,
percebe-se um pequeno inchaço. A necessidade de se realizar
um bom pré-natal é imensa durante toda a gravidez.
O médico aferirá a pressão e fará freqüentes
exames de urina para identificar a doença.
Já
na pré-eclampsia grave, além do aumento da pressão
arterial e proteinúria, inchaço, pode-se notar cefaléia
(dor de cabeça), cansaço, sensação de
ardor no estômago e alterações visuais ligeiras.
Quando a eclampsia estiver iminente acontecerá hemorragias
vaginais e diminuição dos movimentos do seu bebê.
A eclampsia
é caracterizada quando a mulher com pré-eclampsia
grave convulsiona ou entra em coma. A mulher tem convulsões
porque a pressão sobe muito e, em decorrência disso,
diminui o fluxo de sangue que vai para o cérebro. Essa é
a principal causa de morte materna no Brasil atualmente.
Em
cerca de 10% das gestações há a incidência
de hipertensão, em sua maioria, na forma de pré-eclampsia
leve. Os casos de eclampsia e pré-eclampsia ocorrem geralmente
no oitavo ou nono mês.
Possuem
maiores riscos de adquirir a doença as mulheres que engravidam
mais velhas ou muito novas, que estão grávidas pela
primeira vez, que têm histórico de diabetes, pressão
alta, pré-eclampsia ou eclampsia, se há alguém
na família que já teve a pré-eclampsia, e obesas.
Porém, as mulheres que têm pressão normal e
sem histórico também podem ser acometidas.
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